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Redação

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CBV e clubes definem datas de início e formato da próxima edição da Superliga

Os 24 clubes participantes da Superliga 2019/2020 e a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) definiram juntos em reuniões realizadas em São Paulo (SP) diretrizes para a próxima temporada. Entre as definições, a data de início da competição em ambos os naipes. O masculino começará no dia 9 de novembro e o feminino no dia 12 do mesmo mês. A tabela oficial e completa será divulgada em breve, após ajustes com as equipes e televisão.

Houve alteração no formato dos playoffs, tanto no masculino quanto no feminino, que agora serão disputados em série melhores de três jogos, inclusive na final em ambos os naipes.   O mando de quadra para o masculino seguirá com os clubes que estarão na disputa pelo título, enquanto no feminino o mando voltará a ser da CBV.

Os seguintes clubes participarão da competição no masculino: EMS Taubaté Funvic (SP), Sesi-SP, Sada Cruzeiro (MG), Sesc-RJ, Vôlei Renata (SP), Fiat/Minas (MG), Vôlei UM Itapetininga (SP), São Francisco Vôlei/RP (SP), Denk Academy/Maringá Vôlei (PR), América Vôlei (MG), Botafogo (RJ) e Apan-Blumenau (SC).

No feminino, as equipes participantes serão: Itambé/Minas (MG), Dentil/Praia Clube (MG), Sesi Vôlei Bauru (SP), Osasco/Audax (SP), Sesc-RJ, Fluminense (RJ), Curitiba Vôlei (PR), São Paulo FC/Barueri (SP), Pinheiros (SP), São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP), Vôlei Valinhos (SP) e Flamengo (RJ).

O superintendente de competições quadras da CBV, Renato D´Avila, destacou a participação de grandes nomes da modalidade em mais uma edição da Superliga. O dirigente também chamou atenção para o fato da cidade do Rio de Janeiro voltar a ser protagonista no alto rendimento do voleibol.

“Nós esperamos uma competição equilibrada e com alto nível de voleibol, já que contamos com diversos atletas medalhistas olímpicos e com serviços prestados à seleção brasileira. Esta temporada é especial por anteceder a disputa de mais uma edição de Jogos Olímpicos. Além disso é bom ver a retomada do voleibol em lugares como o Rio de Janeiro que contará com cinco clubes entre o masculino e o feminino. Santa Catarina também retorna ao cenário nacional entre os homens com a tradicional equipe de Blumenau. Enfim, desejamos mais uma edição de sucesso de nossa principal competição nacional”, comentou D’Avila.

Nas reuniões em São Paulo ainda houve definições em outras competições do calendário do próximo ano. A Supercopa feminina acontecerá no dia 1 de novembro e a masculina no dia 06 do mesmo mês.  A fase final da Copa Brasil masculina será realizada nos dias 24 e 25 de janeiro, enquanto a da feminina acontecerá nos dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro. As sedes das competições serão divulgadas em breve.

  • Publicado em Vôlei

Altobeli Silva conquista o sexto ouro do atletismo no Pan

O Brasil conquistou mais três medalhas neste sábado (10/8) no torneio de atletismo dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Estádio de La Videna, no Peru. Ganhou ouro com Altobeli Santos da Silva, nos 3.000 m com obstáculos, prata com Augusto Dutra, no salto com vara, e bronze como Eduardo de Deus, nos 110 m com barreiras.

Com a campanha deste sábado, a Seleção Brasileira soma 16 medalhas (seis de ouro, seis de prata e quatro de bronze), superando a campanha de Toronto 2015, quando o Brasil conseguiu 13 pódios (2 de ouro, 5 de prata e 6 de bronze).

O paulista Altobeli (Pinheiros) conquistou a sexta medalha de ouro do Brasil de forma indiscutível. O corredor, que já havia conquistado a medalha de prata nos 5.000 m, venceu os 3.000 m com obstáculos, com 8:30.73, liderando a prova de ponta a ponta.

“Estou muito feliz. Parece que estava correndo no Brasil, de tanto apoio da torcida. Puxei o tempo todo, na frente”, comentou o atleta, nascido em Catanduva, a 3 de dezembro de 1990. “Recebi orientações do meu técnico, mas durante a prova você tem de fazer opções. É uma emoção única ganhar um ouro. Treinei muito, com o meu técnico Clodoaldo Lopes do Carmo, e fiz minha preparação final no CNDA, da CBAt, em Bragança Paulista. Os 3.000 m com obstáculos são a minha melhor prova, sabia dos resultados de meus adversários e sabia que tinha de ir para cima.”

O colombiano Carlos Andrés San Martin terminou com medalha de prata, com 8:32.24, seguido do peruano Mario Alfonso Bazan, com 8:32.34.

No salto com vara, o paulista Augusto Dutra (Pinheiros) confirmou a boa fase da temporada para levar a medalha de prata, com 5,71 m. Ele buscou até a última tentativa melhorar o resultado, mas não conseguiu. O ouro ficou com o norte-americano Christopher Nilsen, com 5,76 m. O bronze foi para Clayton Fritsch, também dos Estados Unidos, com 5,61 m. Já o campeão olímpico Thiago Braz terminou na quarta colocação, com 5,51 m.

Em sua primeira participação no Pan, Augusto Dutra levou a prata. Crédito: Wagner Carmo/CBAt

“Estou feliz com o pódio no meu primeiro Pan. Queria o ouro, que me escapou por muito pouco. Estou acertando a corrida e as varas em função do Mundial de Doha. Estou usando uma vara diferente, que pode me levar mais alto, e em algumas tentativas acelerei muito antes da hora.”

Thiago Braz, recordista olímpico e sul-americano com 6,03 m, deixou o estádio com “uma sensação ruim”. “Competi com 20 passadas, já pensando no Mundial de Doha, mas não consegui encaixar a corrida. Vamos tentar acertar tudo até o Mundial, no final de setembro.”

Nos 110 m com barreiras, Eduardo de Deus (Orcampi Unimed) conquistou a medalha de bronze, com 13.48 (1.8). Já o favorito Gabriel Constantino bateu na sexta barreira e caiu, quando liderava a prova. Saiu do estádio em cadeiras de rodas para o departamento médico.

Eduardo dos Santos saiu com o bronze nos 110m com barreiras. Crédito: Wagner Carmo/CBAt

“O objetivo era o pódio duplo, mas infelizmente o Gabriel caiu. Não gostei de meu tempo. A medalha, porém, é ótima, tive de me jogar na chegada. A minha saída não é boa, faço muita força do meio para o fim da prova. Treino muito para superar a deficiência”, comentou o atleta de 23 anos, que treina com Katsuhico Nakaya.

Shane Brathwaite, de Barbados, garantiu a primeira medalha de ouro de seu país na competição, com 13.31, e o norte-americano Freddie Crittemden conquistou a prata, com 13.32.

Outra contusão de atleta ocorreu no salto triplo, com Alexsandro Melo, que sentiu dores no pé direito, depois do segundo salto. Após a terceira tentativa, o atleta conhecido como Bolt abandonou a prova, ficando em oitavo lugar, com 16,23 m (-2.0).

“Ele teve uma entorse no tornozelo”, confirmou o médico André Guerreiro. Tanto Bolt como Gabriel Constantino iriam passar por avaliações na Vila Pan-Americana.

Almir Cunha dos Santos, o Almir Junior, vice-campeão mundial indoor 2018, sentiu falta de ritmo, depois de uma contusão sofrida em Estocolmo, na Suécia, terminando em quarto lugar. “Só me resta pedir desculpas. Trabalhei muito, me dediquei muito, tive todo o apoio, mas não consegui acertar os saltos”, disse, quase chorando.

O pódio teve o norte-americano Omar Craddock como campeão, com 17,42 m (-0.4), e os cubanos Jordan Diaz, com 17,38 m (0.1) e Andy Diaz, com 16,83 m (-0.5).

No lançamento do martelo, Mariana Grazielly Marcelino terminou em quarto lugar, com 66.15. “Estou feliz porque trouxe o nome do Brasil para o Pan-Americano no martelo. O objetivo era tentar quebrar o meu recorde brasileiro e ficar entre as cinco primeiras. Não consegui o recorde, mas terminei em quarto”, lembrou a catarinense de 27 anos.

O pódio foi formado pelas norte-americanas Gwendolyn Berry (74,62 m) e Brooke Andersen (71,07 m) e pela venezuelana Rosa Rodrigues (69,48 m).

Outro quarto lugar foi obtido nos 3.000 m com obstáculos, com Tatiane Raquel da Silva, com 9:56.19. Simone Ponte Ferraz terminou em oitavo, com 10:11.04. O pódio teve a canadense Lynn Lalonde (9:41.45), recorde do Pan-Americano, a norte-americano Marisa Howard (9:43.78) e a argentina Belem Casseta (9:44.46).

Os Jogos Pan-Americanos de Lima terminam neste domingo (11/8), com a disputa das duas provas dos 50 km em marcha atlética, reunindo três brasileiros: Caio Bonfim, prata nos 20 km, e Elianay Santana e Viviane Santana Lyra.

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Brasil garante três ouros e uma prata nesta sexta-feira no Pan de Lima

O Brasil teve uma sexta-feira (9/8) muito especial no torneio de atletismo dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Estádio de La Videna, no Peru. A equipe terminou o dia com nada menos do que três medalhas de ouro e uma de prata, vencendo nos revezamentos 4 x100 m masculino e feminino e nos 10.000 m masculino. Vitória Rosa foi a segunda nos 200 m.

Com o resultado, a Seleção soma 13 medalhas (cinco de ouro, cinco de prata e três de bronze), superando a campanha de Toronto 2015, quando o Brasil conseguiu também 13 pódios (2 de ouro, 5 de prata e 6 de bronze). A equipe tem mais chances de ganhar medalhas neste sábado e domingo.

4x100m repetiu a dose e trouxe o ouro para o Brasil. Crédito: Wagner Carmo/CBAt

O desempenho do 4x100 m masculino, campeão no Mundial de Revezamentos de Yokohama, no Japão, em maio, já era esperado. A equipe formada por Rodrigo Nascimento, Jorge Henrique Vides, Derick Souza e Paulo André Camilo de Oliveira, venceu com 38.27, superando Trinidad & Tobago, com 38.46, e os Estados Unidos, com 38.79.

“Foi um honra abrir a prova de um time campeão”, disse Rodrigo. “A gente vem treinando muito e mesmo com as condições climáticas adversas conseguindo outro bom resultado”, lembrou Jorge Vides. “Temos um grupo muito unido, desde 2015, quando cheguei junto com o Paulo André”, comentou Derick. “Nós somos competitivos e o nosso segredo é a nossa união. Nosso objetivo é chegar na Olimpíada de Tóquio com a força de ser campeão”, completou Paulo André.

No revezamento 4x100 m feminino, as meninas não deram chance para ninguém. Andressa Moreira Fidelis, Vitória Rosa, Lorraine Martins e Rosangela Santos completaram a prova em 43.04, deixando o Canadá em segundo lugar, com 43.37, e os Estados Unidos em terceiro, com 48.79. “Foi uma prova sensacional. Todas nós demos o melhor e o resultado saiu”, vibrou Andressa. “Não foi fácil. Tive de refazer o aquecimento, mas graças a Deus tudo deu certo”, disse Vitória Rosa, que já havia ganhado a prata nos 200 m.

Time feminino venceu com sobras também. Crédito: Wagner Carmo/CBAt

Rosangela Santos admitiu que sentiu medo, depois de lembrar do quarto lugar de Toronto. “É horrível quando você é passada. Eu só pedia, senhor, me ajuda. Tudo que passei esse ano, no ano passado. As meninas me acolheram com tanto carinho e era muito possível repetir a vitória de 2011”, completou a atleta, chorando bastante.

Já nos 10.000 m, Ederson Vilela Pereira (Pinheiros) conquistou a medalha de ouro, numa prova muito disputada. Ele completou as 25 voltas na pista, em 28:27.47, numa maneira surpreendente. Nos 5.000 m, ele esteve sempre entre os primeiros e terminou em sétimo lugar, com 13:58.72.

“Fiz uma corrida tática. Sabia da força dos meus adversários, mas corri concentrado. Este é apenas o começo. Olhei várias vezes a prova pelo telão no estádio. Estou feliz por contribuir com mais uma medalha para a delegação do Brasil”, falou Ederson, nascido em Caçapava, no interior de São Paulo, de 29 anos.

O norte-americano Reid Buchanan ficou com a prata, com 28:27.47, recorde pessoal, seguido de Lawi Lalang, também dos Estados Unidos, com 28:31.75.

Segundo o técnico Cláudio Castilho, Ederson já está no processo de migração para a maratona. “Ele deve correr uma maratona, provavelmente em outubro na Europa. O objetivo é conseguir o índice olímpico”, comentou.

Depois de competir no revezamento, Vitória Rosa conseguiu a prata nos 200m rasos. Crédito: Wagner Carmo/CBAt

Vitória Rosa, ouro no 4x100, prata nos 200 m e bronze nos 100 m, fez outra exibição excepcional ao completar a final dos 200 m, em 22.62 (-0.1), seu recorde pessoal, reafirmando índice para o Mundial e para os Jogos de Tóquio 2020. A campeã foi a jamaicana Shelly-Ann Fraser, com 22.43, novo recorde pan-americano. Tynia Baither, de Bahamas, ficou com o bronze, com 22.76.

“Estou muito contente com o resultado e só tenho a agradecer ao meu técnico Katsuhico Nakaya, e agora quero evoluir mais até o Mundial de Doha. Tinha consciência de que poderia ter feito mais, mas já estava feliz com a marca de quinta-feira. Mas agora estou mais feliz ainda porque foram dois resultados consecutivos”.

Outras finais

No salto em altura, Fernando Ferreira ficou perto do pódio ao terminar em quarto lugar, com 2,26 m, o melhor resultado do ano. O cubano Luis Enrique Zayas levou o ouro, com 2,30 m, seguido do canadense Michael Mason, com 2,28 m, e do mexicano Roberto Vilches, com 2,26 m.

No lançamento do dardo, Laila Ferrer terminou na quinta colocação, com 59,15 m, enquanto Rafaela Gonçalves ficou na 12ª posição, com 50,59 m. Ouro ficou com a norte-americana Kara Wingers (64,92 m), seguida da canadense Elizabeth Leadle (63,30 m) e da americana Ariana Ince.com 62,32 m. 

Nos 1.500 m feminino, July Ferreira terminou em oitavo lugar, com 4:19.25. O pódio foi formado pela norte-americana Dominique Sahitz, com 4:07.14. A jamaicana Asisha Praught ficou em segundo, com 4:08.26, e a americana ficou em terceiro, com 4:08.26.
Nas semifinais dos 110 m com barreiras, os brasileiros Gabriel Constantino e Eduardo dos Santos Rodrigues passaram para a final deste sábado (10/8), a partir das 16:40. Gabriel, recordista sul-americano, obteve o melhor tempo das semifinais, com 13.42 (-0.5), enquanto Eduardo ficou em terceiro em sua série, com 13.63 (-0.9).

 

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Alison dos Santos conquista ouro nos 400 m com barreiras no Pan de Lima

O paulista Alison Brendom dos Santos (Pinheiros), de apenas 19 anos, conquistou na noite desta quinta-feira (8/7) a segunda medalha de ouro do atletismo brasileiro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Estádio de La Videna, no Peru. O atleta completou os 400 m com barreiras em 48.45, quebrando pela quinta vez nesta temporada o recorde sul-americano sub-20 e reafirmando índice para o Mundial de Doha e a marca mínima exigida pela IAAF para a Olimpíada de Tóquio 2020.

Alison, medalha de ouro na Universíade de Nápoles, na Itália, e no Campeonato Pan-Americano Sub-20 de San José, na Costa Rica, entre outras competições, entrou como favorito na final. Ele viu seu trabalho facilitado com a queda do dominicano Juander Santos na última barreira.

O brasileiro correu focado até a linhada de chegada, deixando o norte-americano Amere Lattin (48.98) e o jamaicano Kemar Mowatt (49.09) em segundo e em terceiro lugares. “Estou muito feliz e dedico a vitória ao meu técnico (Felipe de Siqueira) e à minha mãe, Sueli, que pode esperar mais de seu filho”, comentou emocionado, com a bandeira brasileira nas costas. “As condições climáticas não ajudaram no Pan, mas deixo a competição extremamente feliz. Estou vivendo um ano maravilhoso. Não achava possível correr a prova este ano em 48 segundos. Achava impossível e agora vejo que o impossível é possível.”

O corredor, campeão sul-americano sub-20 dos 400 m, não sabe até onde pode chegar. “Só Deus sabe. Vou continuar treinando forte e buscando sempre melhorar”, lembrou o atleta, que carrega cicatrizes na cabeça e no corpo de um acidente do lar, quando virou uma panela de óleo quente quando tinha apenas 10 meses. Ficou muitos meses hospitalizado. “Cada corrida tem sido uma surpresa e um recorde. Estou constante e isso me dá mais confiança ainda para o Mundial de Doha. Dá para entrar nas provas sem abaixar a cabeça para ninguém.”

Ele começou no atletismo em 2014, quando na escola em que estudava em São Joaquim da Barra (SP) os professores queriam indicar atletas para iniciarem a prática do esporte no Instituto Edson Luciano Ribeiro, dono de duas medalhas olímpicas. Alto e bem coordenado, passou a fazer parte da equipe sob orientação de Ana Cláudia Fidélis.

Em pouco tempo, Alison já conseguia resultados nos 400 m e nos 400 m com barreiras. Tanto assim que em 2017 integrou o revezamento 4x400 m misto, campeão no Mundial Sub-18 de Nairóbi, no Quênia. Em 2018, ganhou a medalha de bronze nos 400 m com barreiras do Campeonato Mundial Sub-20 de Tampere, na Finlândia, com 49.78.

No heptatlo, Vanessa Spindola terminou em quinto lugar, com 5.868 pontos. A cubana Adriana Rodríguez ficou com o ouro, com 6.113 pontos, seguida da norte-americana Annie Kunz (5.990) e da colombiana Martha Araújo (5.925)

Allan Wolski ficou em quinto lugar na final do lançamento do martelo, com 73,25 m. O pódio foi formado pelos chilenos Gabriel Kerh (74,98 m) e Humberto Mansilla (74,38 m) e pelo norte-americano Sean Donnelly (74,23 m).

No salto em altura, Valdileia Martins também ficou na quinta colocação, com 1,84 m. O pódio teve Levern Spercer (LCA) - 1,87 m, Priscilla Frederick (ANT) - 1,87 m, e Kiberly Willianson (JAM) - 1,84 m.

Já Carlos Oliveira Santos terminou em sexto lugar nos 1.500 m, com 3:44.47. Numa chegada sensacional o mexicano José Carlos Villarreal garantiu o ouro, com 3:39.93, seguido do norte-americano John Gregorek, com 3:40.42, e do canadense William Paulson, com 3:41.15.

No salto com vara, Juliana de Menis Campos terminou na oitava posição, com 4,10 m. A cubana Yarisley Silva levou o ouro, com 4,75 m, a melhor marca da temporada, seguido da norte-americano Kathryn Nageotte, com 4,70 m, e do canadense Alysha Newman, com 4,55 m.

Bom resultado e índice olímpico

Nas semifinais dos 200 m, Vitória Rosa, bronze nos 100 m, passou à final desta sexta-feira (9/8), com a melhor marca entre as classificadas, com 22.72 (0.4), recorde pessoal (o anterior era de 22.73) e o terceiro melhor da história no Brasil. “É meu primeiro Pan e a sensação é maravilhosa. Não esperava essa marca, mas já que consegui o objetivo é melhorar. Nunca fico satisfeita”, comentou sorrindo. A marca é índice para o Mundial de Doha, no Catar, e supera os 22.80 exigidos pela IAAF para a Olimpíada de Tóquio 2020.

A juvenil Lorraine Martins ficou em terceiro lugar na segunda série semifinal, com 23.74 (0.0) e acabou não passando para a final. O mesmo ocorreu nas semifinais masculinas. Jorge Vides e Derick Souza, que correram nas vagas dos titulares Paulo André Camilo de Oliveira e de Gabriel Constantino, terminaram na quarta colocação e ficaram fora da final. Jorge correu a série em 20.80 (0.4), enquanto Derick completou a prova em 20.76 (-0.9).

O atletismo do Brasil ganhou até agora com 9 medalhas, sendo duas de ouro, quatro de prata e três de bronze. A primeira de ouro foi na quarta-feira (7/8), com Darlan Romani, no arremesso do peso.

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